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8 de Abril de 2013

Primeiros... na palhaçada!

 

Apanhei esta foto no facebook.

 Matosinhos, em palhaçada até pode ser a 1ª cidade da Europa, não duvido! E no resto?

O "dono da bola"



Tudo o que aconteça a Portugal e aos portugueses a partir do passado Sábado, tem um responsável e esse responsável tem nome, António José Seguro.

Seguro, com a sede de ser 1º Ministro, afastou qualquer possibilidade de o PS participar num novo governo sem Passos Coelho e Vitor Louçã Gaspar, dentro do atual quadro parlamentar, sem eleições antecipadas. Seguro, foi egoísta e só pensou na sua ambição pessoal, acreditou que se houvesse eleições poderia chegar ao lugar com que sonha desde o tempo em que deveria ser jovem. Eleições neste momento significariam uma despesa que o país não pode suportar, mais 6 meses de completa anarquia até  às eleições, a que se seguiria na cabeça do atual líder(?!?) do PS, o quê? Ele ser 1º Ministro! Mas... de que Governo? Uma aliança com o CDS? Com a CDU e/ou o BE rasgando os acordos com a troika que acabou de revalidar em carta pública? Ou... com os três?

Seguro não quer saber do país, na boa tradição dos políticos nacionais, o seu umbigo é o limite da sua ambição. Portugal perdeu mais uma vez a oportunidade de ter um Governo de gente capaz, com uma ampla representação e legitimidade política, ao contrário do que se passa com o atual 1º Ministro e o seu Governo. Perdemos a chance de mudar de rumo, de forma responsável e adulta. Perdemos o direito de voltar a acreditar, porque... o Tó-Zé quer ser 1º Ministro!

Isto, faz-me lembrar quando era miúdo e havia o "dono da bola". Era normalmente o mais fraco do grupo mas sonhava ser líder, se os outros não fizessem o que ele queria, ele levava a bola e o jogo acabava. O bom, era que só durava até aparecer outra bola e ninguém mais se lembrar do anterior "dono da bola"!

Abraço

3 de Fevereiro de 2013

A nova(?!?) Rua de França Júnior
















Sei que ao ver as fotos, o leitor pensará que estas imagens são de uma rua antiga a necessitar de uma reforma urgente. Não são, são de uma rua que esteve mais de 1 ANO em obras, com inúmeras consequências para os seus habitantes e empresários. O resultado está aqui, à vista de todos! Um dos passeios, nem medidas tem para uma cadeira de rodas ou carrinho de bebé, os buracos nos passeios e na rua parecem crateras, as caixas de saneamento estão desniveladas com o tapete de alcatrão e provocam danos nos automóveis que ali circulam. Para ajudar, os automobilistas, fazem do passeio estacionamento e como por toda a cidade, nos últimos tempos... não se vê a Polícia Municipal (antes tão omnipresente) a multar e rebocar os prevaricadores (terá a haver com o período eleitoral que já se transpira em Matosinhos e não quererem AGORA, melindrar os eleitores?).

Abraço

2 de Fevereiro de 2013

E as passadeiras?






Na Rua de Alfredo Cunha, em pleno centro da cidade de Matosinhos e a poucos metros da CMM. Há 3 locais de muita afluência de pessoas. O edifício das Finanças, o Centro de Saúde e principalmente uma das maiores escolas do país com crianças dos 3 aos 15 anos. É inacreditável que a rua esteja sem passadeiras para peões há meses e com a colocação de um excelente tapete de alcatrão, os senhores automobilistas façam da mesma, uma pista de corridas. Ontem 6ª Feira dia 1 de Fevereiro, era um triste espetáculo, ver os pais e as crianças, a tentarem atravessar a rua (sob chuva intensa) e os carros a passarem a alta velocidade. Quem defende os matosinhenses???

23 de Janeiro de 2013

Podas que podiam ter um H!


Matosinhos é uma piada!


No tempo de Narciso Miranda ou Mário Maia, podavam as árvores todos os anos e eu, tal como muitas outras crianças (à altura), não o esquecemos porque usávamos os galhos dessas árvores para fazer cabanas e era mais uma brincadeira diferente/sazonal. Nos últimos anos, em Matosinhos, deixaram de podar as árvores quando devem e agora assiste-se ao triste espetáculo de ver a queda dos galhos ou das próprias árvores em cima dos carros estacionados.  Hoje andam a podar as árvores na Avª Afonso Henriques e o trânsito está caótico. Se a poda, fosse feita de noite ou ao fim de semana, de forma pensada e na altura certa, não evitaria quer os transtornos do último temporal, quer o caos no trânsito a que hoje se assiste no centro da cidade???

10 de Agosto de 2012

Maus exemplos, dão nisto!






Hoje tive que ir à Câmara Municipal de Matosinhos, para variar, irritei-me!

Como alguns sabem, ultimamente faço os possíveis por fazer todas as deslocações de bicicleta. Hoje, cheguei à porta da loja (a que chamam do MUNÍCIPE) e cuidadosamente, encostava a minha bicicleta do lado exterior da porta, para perguntar à srª da recepção se me seria permitido colocar a mesma do lado interior (UM ENORME ESPAÇO VAGO QUE SERVIA PARA DEIXAR A BICICLETA NA FALTA DE UM LUGAR APROPRIADO NAS IMEDIAÇÕES), mas fui interrompido pela dita senhora no meu propósito porque aos gritos, e certamente para que toda a gente no local se apercebesse da sua existência, me disse, repito, AOS GRITOS para tirar dali a bicicleta que não era permitido estar ali. 


Tenho pena que não haja ninguém que explique a esta senhora que ostenta na farda uma placa com o nome de SARA CASAIS, que ela é funcionária de todos os cidadãos e são estes quem lhe paga o salário que aufere no final do mês. Não é o Presidente, os vereadores ou qualquer outro a quem certamente se curvaria se chegasse ao local nas mesmas circunstancias que eu cheguei.

Espero que em breve isto se altere, porque os exemplos têm que vir de cima e cada um dos que trabalha naquele local, desde o Presidente a qualquer outro funcionário, deve saber que o seu posto de trabalho, só se justifica para servir o cidadão.

Para finalizar... Criar umas pistas para ciclistas nas marginais, não chega para fomentar o uso da bicicleta. Nos locais de atendimento municipais (pelo menos), deveriam ser colocadas zonas para que as mesmas possam ser guardadas em segurança, enquanto os munícipes se dirigem ao respectivo serviço.

10 de Novembro de 2011

A ULS modelo!!!


A tal «Unidade Local de Saúde» modelo que eu me farto de criticar, mas não tenho qualquer razão em tal. Razão tem quem audita a dita "ULS", mas não a usa como utente!!!

Observação: Imagem retirada do perfil de um amigo no facebook.

2 de Novembro de 2011

Inauguração inaugurada



Vão inaugurar uma escola em funcionamento há quase 1 Ano??? Pois... Só não será mais perto da eleições autárquicas porque pode já não existir nessa altura. Pelo menos, a avaliar pelos estragos exteriores e interiores(!) provocados pelo temporal da passada semana a coisa está complicada, e o Inverno ainda não chegou!

20 de Outubro de 2011

Francisco Delfim Dias Faria "CHICO FARIA"

Deu nas vistas ao serviço do Leixões, nos finais dos anos 60, quando o Estádio do Mar era um viveiro de grandes jogadores que a história registou como Bebés de Matosinhos. Chico Faria era um avançado dinâmico, rápido, intuitivo, apto a jogar na esquerda, na direita e, como se viu ao logo da carreira, também no eixo do ataque. Não era no extremo no sentido mais estrito do termo, porque preferia ocupar no espaço lateral e surgir no meio, onde foi consolidando boa relação com o golo – em esquemas tácticos de 4x4x2 chegou a desempenhar o papel de um dos avançados da zona central, até porque dispunha de um fabuloso jogo de cabeça. Sendo um miúdo quando foi contratado pelo Sporting, aos 19 anos tinha já um passado nas selecções jovens – cinco vezes internacional júnior. Em Alvalade efectuou 229 jogos oficiais, em 8 épocas, nos quais apontou 61 golos, tendo um parcial de 169 encontros e 41 golos nas partidas a contar para o Campeonato da I Divisão. Nesse período, conquistou o título nacional por duas vezes (1969/70 e 1973/74) e a Taça de Portugal em três ocasiões (1970/71, 1972/73 e 1973/74), com uma particularidade interessante: fez golos nos 3 jogos.

Chico Faria somou quatro presenças na Selecção Nacional, três das quais como jogador do Sporting e uma na qualidade de futebolista do Sp. Braga, clube para o qual se transferiu na época 1976/77. Na estreia com a camisola das quinas, marcou o golo da vitória portuguesa no Chipre (1-0), participando depois numa das grandes jornadas do seu amigo Vítor Damas (faleceram no período de 8 meses), em Wembley quando, convocado por José Maria Pedroto, participou no empate (0-0) com a Inglaterra.

História dos 100 anos do Sporting

"A prova designava-se ainda Taça das Cidades com Feira, antes de se transformar na Taça UEFA, e nessa edição de 1968-69 os caprichos do sorteio ditaram um arranque a sério: o Valência de Espanha. O Sporting, numa fase de transição e de adaptação de alguns jogadores novos, tinha um teste onde não podia falhar.

Na noite de 18 de Setembro de 1968 o Estádio José Alvalade acolheu uma enorme assistência para testemunhar um duelo ibérico, sempre com características especiais sobretudo nesses tempos em que permanecia algum isolacionismo peninsular em relação ao resto da Europa.

O jogo era prometedor mas o primeiro tempo não confirmou as expectativas. O Valência, onde pontificavam os internacionais Sol, Claramunt e Ansola, não dava mostras de se aventurar muito, dando a sensação – e lá teria as suas razões – de que preferia deixar as decisões para a segunda mão no Mestalla.

O Sporting, com João Lourenço em mais uma das suas grandes noites, chegou à vantagem por 1-0 ainda antes do intervalo, mas se o resultado era insuficiente a exibição também não convencera.

Ao intervalo a equipa sportinguista compreendeu que o jogo tinha que mudar de figurino para que a passagem na eliminatória se tornasse mais prometedora.

A verdade é que a transfiguração se deu. O conjunto sportinguista, dotado de bons tecnicistas e formando um misto de jogadores experientes e outros de excelente qualidade acabados de ingressar, começou a trocar bem a bola sobre a relva, abdicando dos passes longos e por alto e foi quanto bastou para sentir os espanhóis muito próximos da desorientação. As cautelas defensivas e o deixar passar o tempo valencianos deixaram de ser suficientes perante a velocidade e a criatividade sportinguistas, sobretudo a partir do momento em que a defesa passou a apoiar mais o meio campo, Gonçalves derivou da ala para o centro e o endiabrado Chico Faria começou a fazer de “vagabundo” em toda a frente de ataque. Chico, um dos “bebés de Matosinhos”, acabara de chegar do Leixões e, apenas com 18 anos, electrizou todo o Estádio e deixou o Valência à beira da deriva."

17 de Outubro de 2011

Que grande Lata!



Ver os socialistas que defenderam e defendem Sócrates até hoje, a falar do A. J. Jardim é de uma falta de vergonha incrível. Mas quando esses socialistas, são de Matosinhos onde o PS faz o mesmo que AJJ na Madeira e há tanto tempo como ele, então já é cinismo puro!