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4 de Agosto de 2013

Sou MAGREBINO com muito orgulho!


Desculpem lá, mas um apoio destes é mais um castigo... Eu sou "MAGREBINO" na boca deste palhaço (agora pode-se chamar ao PR, logo pode-se chamar a todos, parece que não é insulto!!!), só porque sou leixonense e azar... não sou portista (CABEÇUDO em linguagem leixonense). Mas se fosse mesmo MAGREBINO, povo com séculos de amizade com Portugal, só me sentira mal por um povo amigo, ter como deputado, um palhaço destes que por causa de um clube de futebol se sente no direito de agredir milhões de pessoas que não lhe fizeram mal nenhum.

29 de Julho de 2013

Brito Capelo - O calvário continua...




Fotos de hoje à tarde.
 Mais duas quedas de pessoas de idade, com 50 mts de distância (só consegui registar imagem de uma).  


A selva do estacionamento e os peões na rua, continua. Se virem as fotos do artigo anterior, os protagonistas são sempre os mesmos e  nem são de Matosinhos. Hoje tive a oportunidade de apreciar a PSP a passar e fazer de conta, coisa que não faz onde há parquímetro. A nossa polícia, está ao serviço de quem? Dos cidadãos, não me parece! Quem protege os que prevaricam constantemente? Ser dono de um negócio, é ser dono da rua? Estar acima dos outros cidadãos? Assim parece...

E nós a vê-los passar...

Ao ler o JN hoje de manhã, deparei-me com este título nas notícias sobre Matosinhos "Cruzeiros vão dar à região 11 milhões de euros anuais". No corpo da notícia, refere-se que "Em 2010, passaram por Leixões 15 mil passageiros. No ano passado, já foram 75 mil. Em 2018, um estudo da Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) estima que se atinjam os 126 mil turistas marítimos.". Certamente que são números reais e que podemos comprovar pelo número de embarcações que vamos vendo chegar.

O que eu gostava de ler na notícia e não li, é quanto desse valor gerado na nossa terra, fica em Matosinhos?

O que eu vejo e certamente os leitores que me dão a honra de dispensar uns minutos do seu tempo para  ler o Matosinhos OnLine vêm, é os turistas chegar e ainda dentro do próprio Porto ou à sua porta (como as fotos documentam), serem levados para outras paragens, onde vão deixar o seu dinheiro.

 Pergunto ainda, o que foi feito em Matosinhos para acolher o enorme aumento do turismo que o Porto de Cruzeiros, a chegada das companhias Low Cost ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro e o crescente interesse dos "nuestros hermanos" galegos por o Porto e pela nossa região?

Será que alguém acreditou que umas barracas mal amanhadas, no meio da rua, a levar com o fumo dos carros em cima e a ocupar os passeios obrigando os transeuntes a andar pelo meio da rua com os carros a passar, seria suficiente para atrair turistas exigentes e que se fartam de viajar por essa Europa fora? No que conheço, de cidades costeiras, como Matosinhos e que fazem da actividade hoteleira e diversão (duas actividades que são inseparáveis), vejo as ruas serem cortadas ao trânsito a partir de uma determinada hora e ao Domingo, sendo a partir daí montadas as esplanadas e toda a zona fica limitada ao trânsito pedonal com segurança.

Mas os turistas querem história, cultura e diversão, algo que Matosinhos não disponibiliza. Começa ali à porta do Terminal de Cruzeiros, no monumento mais importante do concelho (Senhor do Padrão) que se encontra em completo estado de degradação, sem qualquer iluminação, portas arrancadas e o jardim circundante seco e cheio de lixo.

 As primeiras casas que Álvaro Siza Vieira fez, na Rua Doutor Filipe Coelho com a Avª Dom Afonso Henriques e a Rua Dr. Forbes Bessa, não têm qualquer referência ao facto.

 A casa onde viveu e morreu a escritora Florbela Espanca que poderia ser aproveitada como Museu, está ao abandono e à venda.

 A Casa do Leão em Manhufe, onde viveu Guilhermina Suggia, foi vendida há pouco tempo e não acredito que tenha sido adquirida pela Câmara Municipal de Matosinhos.

 Não conheço uma loja de recordações com artesanato e produtos típicos, como por exemplo as nossas conservas.

 Não vejo os ranchos folclóricos de Matosinhos com a sua riqueza etnográfica e musical actuarem nas ruas quando há barcos no Porto.

 Não tenho conhecimento de aproveitamento dos desempregados do concelho que dominam línguas estrangeiras para funcionarem como agentes de informação aos turistas.

 Vejo uns quadrados de papelão, horrorosos e desactualizados, a mandarem os turistas para o Monumento do Sr. do Padrão e a Casa de Chá da Boa Nova que todos sabemos, serem neste momento duas das maiores vergonhas de Matosinhos, devido ao completo abandono e estado de degradação.

 Por fim, a diversão que nos tempos de Narciso Miranda, chegou a ser uma referência, está confinada aos bares "alternativos" da Roberto Ivens e de S. Roque e meia dúzia de resistentes que, mesmo assim, ainda têm que viver com ameaças por questões políticas, como me contou um amigo empresário, a quem disseram que "o seu bar toca música demasiado PARADA", isto por o dito empresário ser apoiante de um dos candidatos às eleições autárquicas.

 Conseguiram, por capricho de uma pessoa da vereação, fechar o mais emblemático bar de Matosinhos/Leça e transformá-lo em mais uma bandeira para o Porto, o "Costa do Castelo" que chamava gente de toda a região e até de mais longe, como os galegos que vinham propositadamente em busca da boa disposição reinante naquele espaço.

 Pois é, como o post vai longo, fico por aqui. Só me custa que nós, os matosinhenses, continuemos a ouvir falar nestes milhões todos e neste incremento económico por via do turismo, mas... continuemos a vê-los passar, bem na frente do nariz.

 É como a história do burro e da cenoura, o pior, é que o burro, ou neste caso os burros, somos nós!

Link da notícia no JN clique AQUI





27 de Julho de 2013

Vida difícil, ser criança em Matosinhos!!

O Verão é por excelência a época das crianças e dos parques. Normalmente, os espaços infantis são renovados durante o Inverno para servir os mais pequenos durante a época estival em que as crianças gozam as férias escolares. Infelizmente, em Matosinhos (talvez porque os baixinhos não votam), o estado dos dois únicos parque infantis, que já são de si insuficientes em qualidade e capacidade, apresentam-se no estado em que as fotos demonstram. Pior, é tentarem ilibar-se de responsabilidades por eventuais acidentes, colocando uma placa de "MANUTENÇÃO", há mais de 4 meses, mas sem qualquer tipo de intervenção. Mesmo que a manutenção fosse uma realidade, deveria ser feita durante o Inverno ou no máximo, na Primavera. Valham-nos Vila do Conde, Maia e o Porto para onde costumo ir com os meus filhotes e que possuem equipamentos que deveriam fazer corar de vergonha o actual executivo da CMM. Será que esta gente, não tem filhos? sobrinhos? não têm Crianças??? ou têm mas não os misturam com os filhos de quem pretendem o voto???

PARQUE 25 DE ABRIL, A CERCA DE 100/150 METROS DO EDIFÍCIO DOS PAÇOS DO CONCELHO
Parque 25 de Abril - Pista de Skate

Parque 25 de Abril - Pista de Skate 2

Aqui tinha uma diversão, ficou a base...

Várias peças partidas e risco de ferimento para as crianças

Aqui era um "escorrega", falta o escorrega!!!!

estado lastimável


O muro caiu, felizmente não estava lá nenhuma criança, foi há mais de 6 meses!!!!

O muro caiu, felizmente não estava lá nenhuma criança, foi há mais de 6 meses!!!! (2)


Aqui era uma diversão em forma de prancha de surf
Cabos eléctricos à vista e sem qualquer protecção

Cabos eléctricos à vista e sem qualquer protecção (2)



Não há 1 (UM) Globo que não esteja partido!


PARQUE BASÍLIO TELES; EM FRENTE AO EDIFÍCIO DOS PAÇOS DO CONCELHO

Placa colocada há cerca de 4 meses! (QUATRO MESES), sem qualquer intervenção!!!!















Tudo vai bem na quinta do dr. Pinto!


Matosinhos: Judiciária investiga causas do incêndio.
Fogo e explosões lançaram pânico
Chamas destruíram três carros estacionados junto a um prédio, na estrada da Circunvalação. Moradores acordaram em sobressalto e vieram para a rua.

Foi uma noite de pânico a que viveram os moradores de um prédio na Estrada da Circunvalação, em Matosinhos. As chamas que destruíram três carros estacionados junto ao edifício, seguidas de várias explosões, assustaram os habitantes que correram sobressaltados para a rua. A PSP foi ao local e a PJ investiga as causas do fogo – que se suspeita ter tido origem criminosa.
Tudo aconteceu ontem às 02h45. "Estava a dormir e ouvi três explosões. Assustei-me, vim à janela e vi muitas labaredas e dois carros a arder. Desci preocupado e, em menos de dez minutos, as chamas avançaram para outro carro", começou por descrever ao CM Ivo Ferreira, morador do prédio.
As chamas destruíram por completo um Renault Scénic, um Citröen C4 e um Opel Corsa. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. As chamas ainda se propagaram às persianas do rés do chão, mas a rápida intervenção dos Bombeiros Voluntários de Leixões evitou o pior. "Juntou-se muita gente em volta dos carros em chamas. A PSP não deixou os donos aproximarem-se porque já não havia nada a fazer", referiu o mesmo morador.
Testemunhas falam em fogo posto e a Polícia Judiciária foi ao local recolher vestígios do crime. "Um curto-circuito não pode ter sido porque os carros estavam estacionados há muito tempo. Um morador viu uma pessoa a fugir da zona do fogo", acrescentou Ivo Ferreira. 
Por: Nelson Rodrigues no CM

21 de Julho de 2013

MOCHO e MUNDO SECRETO ao vivo e... grátis!

MOCHO

MUNDO SECRETO

Grande programa para o próximo Sábado, 27 de Julho de 2013 nas Festas de Santana em Leça da Palmeira. Duas bandas matosinhenses (MOCHO e MUNDO SECRETO) que já conquistaram o país, tocam "em casa" e com a vantagem de ser GRÁTIS. Concerto a não perder.

PS: Os Mocho são uma das minhas bandas portuguesas favoritas.


20 de Julho de 2013

Coerências...

Engraçado! Esta reportagem foi publicada (o link está no final da citação) no JN em 22/10/2009. Agora, perto de 4 anos após esta reportagem, este mesmo presidente de Junta é candidato na lista (pretenso/independente) do actual presidente da Câmara!!! Estes políticos são de uma coerência...




Para chegar a Lavra, em Matosinhos, é melhor não usar GPS. O satélite guia os "estrangeiros" por ruas sinuosas pouco recomendáveis. Os acessos são só um dos problemas de uma freguesia que em 2001 deixou de alinhar no PS.
A votação no candidato socialista aumentou, mas não chegou para [...]
destronar a coligação CDS-PP/PSD. Pelo terceiro mandato consecutivo, a freguesia de Lavra ficou nas mãos do democrata-cristão Rodolfo Mesquita, desta vez sem maioria absoluta.
O presidente da Junta não parece preocupado com os resultados - "o povo é que escolhe" -, mas não deixa de criticar que uns possam fazer promessas vedadas a outros. "A freguesia precisa de uma piscina. Temos centenas de jovens em lista de espera para frequentarem a de Perafita. A mim, a Câmara diz-me que nem pensar, mas deixa o candidato do PS prometer uma piscina para Lavra", afirma Rodolfo Mesquita, falando mesmo em discriminação. "Acho que a freguesia é discriminada, não pela minha cor política, mas porque tem poucos eleitores. O dinheiro gasta-se sempre noutros lados", critica. Além da piscina, faltam equipamentos desportivos - "o pavilhão que existe não satisfaz as necessidades do hóquei em patins" - e sociais. O ATL, a creche e o centro de dia da igreja estão "lotados".
Colada a Vila do Conde, Lavra é uma freguesia com inúmeras carências dividida entre a pesca e a agricultura. Há anos que reivindica um porto de abrigo (portinho de Angeiras) para os pescadores poderem ir ao mar em segurança, mas as promessas, da Câmara ou do Governo, já não convencem. "Ana Vitorino prometeu a obra daqui um ano. Tenho muitas dúvidas, mas ficarei contente se estiver enganado", refere o autarca .
O património histórico da freguesia, com inúmeros vestígios romanos, a beleza natural das praias, são riquezas que "têm de ser aproveitadas". Mas, para isso, "é preciso investir em acessos para que os turistas possam chegar sem se perder".
Ainda assim, Lavra é "uma das freguesias mais procuradas para viver". No entanto, "centenas de lavrenses" foram obrigados a fugir para as freguesias limítrofes. "Em 35 anos, em Lavra, fizeram-se 23 fogos sociais. Não queremos guetos, mas pequenos núcleos habitacionais onde se possa conjugar a construção de habitação a custos controlados e habitação social", reivindica a junta.
A freguesia não consegue fixar os seus habitantes, nem as pequenas empresas. "Debandaram para Vila do Conde e Maia por falta de incentivos. Nunca se fez um esforço para as manter cá", critica.

Texto de INÊS SCHRECK no JN


Santa aliança...

19 de Julho de 2013

O circo continua...


Depois da corrida das cores, onde fomos os primeiros da Europa, temos agora a maior aula de judo do Mundo! É uma pena que os responsáveis por Matosinhos se preocupem tanto com as grandezas para aqueles que não são os seus concidadãos e se esqueçam das coisas menores que poderiam fazer a vida dos matosinhenses mais agradável. Os parques infantis de Matosinhos, além de serem em quantidade e tamanho desadequados à população que deveriam servir. estão num estado de conservação lastimável. E isto, durante as férias das nossas crianças que é, ou deveria ser, quando deveriam estar 100% operacionais.

Eu sei, os mais pequenos não votam e para os outros, há que dar circo...

18 de Julho de 2013

Brito Capêlo é pedonal? Não parece!

Um rua que pretendia ser comercial, pedonal e segura. Acabou por se transformar num parque de estacionamento anarquico, pista de corridas automóveis e completamente insegura.






CRC - Como Sócrates nos vendeu aos Bancos (Reposição)

(Reposição: Mensagem publicada originalmente em 13 de Abril de 2009)


A base de dados da Central de Responsabilidades de Crédito (CRC), gerida pelo Banco de Portugal, junta informação que vai desde, os contratos de crédito à habitação aos montantes não usados dos cartões de crédito.

A CRC reúne informação sobre responsabilidades efectivas e potenciais de pessoas e empresas, servindo para "apoiar as entidades participantes [bancos] na avaliação do risco de concessão de crédito", refere o Banco de Portugal.

Entre exemplos de responsabilidades efectivas estão "empréstimos para aquisição de habitação; empréstimos para aquisição de automóveis, de mobiliário e de outros bens de consumo ou serviços; empréstimos para aquisição de títulos (acções, obrigações, etc.); desconto de letras e outros efeitos comerciais; descobertos em contas bancárias; operações de locação financeira (leasing) e de factoring; montantes utilizados de cartões de crédito".
São consideradas responsabilidades potenciais (sempre que representem compromissos irrevogáveis das entidades participantes), os "montantes não utilizados de cartões de crédito; linhas de crédito contratadas; garantias prestadas pelas entidades participantes; fianças e avales prestados a favor das entidades participantes; quaisquer outras facilidades de crédito susceptíveis de serem convertidas em dívidas efectivas".

Lusa


Estava a ler esta notícia e como estava bastante cansado, adormeci. Continuei no meu sonho o rumo que o meu subconsciente esperava ser o final feliz.

Então... Sonhei que esta base de dados havia sido criada integrada numa política consistente de recuperação da economia portuguesa. Em conjunto, o governo tinha criado uma linha de crédito por si avalizada (se preferirem, por nós todos porque o Estado somos nós), em que as famílias e pessoas sobre-endividadas, poderiam converter os seus créditos e dívidas num valor total até 15/20.000€ (e que deixaram de conseguir pagar), num único empréstimo com prazo alargado de até 15/20 anos com consequente diminuição significativa e necessária dos encargos mensais fixos.

Esta medida, permitiria às empresas financeiras reduzir substancialmente a quota de crédito "Mal Parado", permitiria a essas pessoas e famílias recuperar o seu bom nome, porque a grande maioria delas são gente séria, apanhada nas malhas do desemprego e/ou das artimanhas dos gerentes de agências bancárias que apertados por objectivos elevados de financiamentos, forçaram as pessoas a (sobre)endividarem-se aprovando tudo que era crédito só para o seu próprio interesse.

O Estado, fruto da permissividade do governo perante a banca e que durante anos não se preocupou em fazer o seu papel de regulador da actividade bancária, nomeadamente a relativa ao crédito, assumia assim, a sua co-responsabilidade e demonstrava ser "Pessoa de Bem" ao fazer algo para reparar o seu erro.

Esta CRC serviria então, e bem, para que os beneficiários deste Aval, não pudessem contrair novas dívidas até que tivessem a sua situação completamente resolvida ou, comprovassem uma significativa melhoria de rendimentos que correspondesse, a um não agravamento da sua taxa de esforço (algo semelhante ao que acontece no Brasil com o SPC "Sistema de Protecção ao Crédito").

O resultado desta medida com investimento muito inferior aos vários pacotes isolados Anti-Crise, seria então:

  • Um aumento significativo na qualidade de vida das famílias pela diminuição das preocupações com as dívidas, com incidência imediata em aumento de produtividade dessas pessoas nas empresas. Redução dos custos com a saúde mental e todas as inerentes a desequilíbrios alimentares e sociais que estas dificuldades normalmente encerram.
  • Melhor desempenho dos sectores económicos ainda muito dependentes do mercado nacional. Devido ao maior rendimento disponível das pessoas, estas poderiam comprar mais, tendo a vantagem de ser dinheiro real (sem recurso a crédito) a circular, contribuindo para a animação da economia e manutenção/criação de empregos.
  • Aproximação real entre as pessoas e o Estado, relação degradada e com enorme enraizamento da ideia que os grandes são sempre os protegidos enquanto os pequenos são abandonados à sua sorte. Excelente exemplo daria-mos de reintegração social e económica ao mundo.


Mas isto era o sonho. Acordei, terminei de ler a notícia e afinal o que temos é mais uma medida de apoio, exclusivamente... Para os bancos.

Depois dos avales, das linhas de crédito, da nacionalização de um e intervenção em outro para salvar os seus grandes investidores, do esquecimento e prescrição de impostos, da falta de regulação, do branqueamento aos graves erros de gestão, etc. Etc. Ainda decidiram criar uma base de dados, espécie de "Big Brother" pago por os nossos impostos, os mesmos que deram os avales e que ficaram a perder com as restantes "Maroscas", sendo que este CRC só serve os interesses dos bancos, para reduzirem as possibilidades de erro que deve ser uma componente do negócio bancário e faz parte da sua génese.

Como eu gostava de ser Analista de Crédito assim.

PS: Por coincidência, fui esta semana a uma grande loja de electrodomésticos no Porto, comprar um Ferro de engomar. Enquanto tirava umas dúvidas com a vendedora, acercou-se de nós uma funcionária do departamento de financiamentos dessa loja. A vendedora pediu-nos licença e foi falar com a colega, esta sem se preocupar comigo e com a minha esposa, explicou então à colega que a sua vizinha que queria o LCD, estava cheia de dívidas e tinha vários processos de penhora em tribunal. Uma informação confidencial, estava ali a ser transmitida à vizinha que possivelmente vai chegar a casa e contar à mãe que contará à tia... Imagino o resto.

Isto, ainda sem o CRC...

PS2: Será que nas Responsabilidades Potenciais que o Banco de Portugal refere, já estarão incluídos os valores que cada português terá como POTENCIAL empenhamento pelo Aval aos Bancos, ao TGV e ao novo Aeroporto, para só referir algumas????

É que assim, ficamos todos impedidos de recorrer ao crédito e os bancos ficam todos a viver de mais e mais avales nossos, dos tais POTENCIAIS CALOTEIROS que para os avalizar a eles (bancos), já servem como avalistas.