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21 de abril de 2015

Vamos lá recomeçar de novo.



Alguns anos após ter abandonado a escrita na blogosfera, para surpresa minha, ou talvez não, recebo um convite do Maganinho, para vir aqui livremente dizer de minha justiça.

Entre mim e o Maganinho, há todo um mundo de diferenças ideológicas,ao mesmo tempo que há uma profunda união na forma apaixonada como defendemos este Concelho e esta cidade de Matosinhos.
E para início de conversa, e já que falamos de Matosinhos, é com preocupação que vejo o que se está a passar com a questão do famigerado alargamento do Norteshopping.
O alargamento daquela infraestrutura comercial, estava dependente da apresentação de um estudo de quais seriam as alterações necessárias à rede viária, na envolvente, e das suas implicações ambientais e urbanísticas. Ora pelo que sei, e melhor escudado estarei quando receber a documentação sobre o assunto para quando este for à reunião da Assembleia Municipal, tudo o que há é um plano de intenções, sem projectos ou outra peça escrita que suporte tanta intenção, e onde a responsabilidade do dono daquilo tudo é limitada até determinado valor, que face ao que parecem ser tantas intenções, não chega nem para mandar cantar um cego.
Por cá ficaremos a aguardar a documentação sobre o assunto quando este for à Assembleia Municipal. Até lá preocupem-se em estar informados sobre este alargamento.

E para finalizar, um obrigado ao Maganinho pelo convite. Espero estar à altura das espectativas.

Carlos Alberto Ferreira
Eleito PS à Assembleia Municipal


Coerências do PS em Matosinhos...

Segunda, Quarta e Sexta são oposição aos proto-independentes. Terça e Quinta são militantes do PS do Costa, mas... sem os proto-independentes. Aos Sábados, contratam camionetas para levar os dependentes e os proto-independentes e vão todos bem amiguinhos ao comício do Costa. Ao Domingo vão à missa e com os filhos à catequese!!! Pois...

18 de abril de 2015

Crianças proibidas na Casa de Chá da Boa Nova!



Há algum tempo que deixei de publicar aqui no Matosinhos OnLine. Desde o último post, muita coisa aconteceu na minha vida e no concelho. O nome Matosinhos OnLine parece que se tornou em algo apetecível e outros agentes o ocuparam em novas plataformas, tendo registado o domínio em todos os formatos (.com, .pt, .com.pt, etc.) para além das tentativas de ficarem com este domínio na plataforma do Google Blogger, o que não conseguiram.

 Hoje regresso ao activo com um motivo, do qual, sempre procurei alertar as pessoas para o que iria acontecer, antes mesmo do negócio (entrega sem qualquer tipo de concurso público) estar concluído. A Casa de Chá (ou Salão de Chá) da Boa Nova, custou uma fortuna aos matosinhenses. É um dos poucos Monumentos Nacionais do concelho. Foi entregue ao desbarato a um chef que nada tem a ver com Matosinhos e por um período de tempo que ultrapassa largamente o mandato de quem o negociou. Foi vedado o acesso livre e gratuito que sempre tinha existido ao espaço por todo e qualquer cidadão. A (possível?) Estrela Michelin vai-nos ficar cara, muito cara... se algum dia vier.

A indignação é grande e a justificação de quem gere o espaço é tudo menos convincente, como se pode comprovar neste espaço no Facebook, onde a situação foi despoletada.

Abraço ;)

4 de agosto de 2013

Sou MAGREBINO com muito orgulho!


Desculpem lá, mas um apoio destes é mais um castigo... Eu sou "MAGREBINO" na boca deste palhaço (agora pode-se chamar ao PR, logo pode-se chamar a todos, parece que não é insulto!!!), só porque sou leixonense e azar... não sou portista (CABEÇUDO em linguagem leixonense). Mas se fosse mesmo MAGREBINO, povo com séculos de amizade com Portugal, só me sentira mal por um povo amigo, ter como deputado, um palhaço destes que por causa de um clube de futebol se sente no direito de agredir milhões de pessoas que não lhe fizeram mal nenhum.

29 de julho de 2013

Brito Capelo - O calvário continua...




Fotos de hoje à tarde.
 Mais duas quedas de pessoas de idade, com 50 mts de distância (só consegui registar imagem de uma).  


A selva do estacionamento e os peões na rua, continua. Se virem as fotos do artigo anterior, os protagonistas são sempre os mesmos e  nem são de Matosinhos. Hoje tive a oportunidade de apreciar a PSP a passar e fazer de conta, coisa que não faz onde há parquímetro. A nossa polícia, está ao serviço de quem? Dos cidadãos, não me parece! Quem protege os que prevaricam constantemente? Ser dono de um negócio, é ser dono da rua? Estar acima dos outros cidadãos? Assim parece...

E nós a vê-los passar...

Ao ler o JN hoje de manhã, deparei-me com este título nas notícias sobre Matosinhos "Cruzeiros vão dar à região 11 milhões de euros anuais". No corpo da notícia, refere-se que "Em 2010, passaram por Leixões 15 mil passageiros. No ano passado, já foram 75 mil. Em 2018, um estudo da Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) estima que se atinjam os 126 mil turistas marítimos.". Certamente que são números reais e que podemos comprovar pelo número de embarcações que vamos vendo chegar.

O que eu gostava de ler na notícia e não li, é quanto desse valor gerado na nossa terra, fica em Matosinhos?

O que eu vejo e certamente os leitores que me dão a honra de dispensar uns minutos do seu tempo para  ler o Matosinhos OnLine vêm, é os turistas chegar e ainda dentro do próprio Porto ou à sua porta (como as fotos documentam), serem levados para outras paragens, onde vão deixar o seu dinheiro.

 Pergunto ainda, o que foi feito em Matosinhos para acolher o enorme aumento do turismo que o Porto de Cruzeiros, a chegada das companhias Low Cost ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro e o crescente interesse dos "nuestros hermanos" galegos por o Porto e pela nossa região?

Será que alguém acreditou que umas barracas mal amanhadas, no meio da rua, a levar com o fumo dos carros em cima e a ocupar os passeios obrigando os transeuntes a andar pelo meio da rua com os carros a passar, seria suficiente para atrair turistas exigentes e que se fartam de viajar por essa Europa fora? No que conheço, de cidades costeiras, como Matosinhos e que fazem da actividade hoteleira e diversão (duas actividades que são inseparáveis), vejo as ruas serem cortadas ao trânsito a partir de uma determinada hora e ao Domingo, sendo a partir daí montadas as esplanadas e toda a zona fica limitada ao trânsito pedonal com segurança.

Mas os turistas querem história, cultura e diversão, algo que Matosinhos não disponibiliza. Começa ali à porta do Terminal de Cruzeiros, no monumento mais importante do concelho (Senhor do Padrão) que se encontra em completo estado de degradação, sem qualquer iluminação, portas arrancadas e o jardim circundante seco e cheio de lixo.

 As primeiras casas que Álvaro Siza Vieira fez, na Rua Doutor Filipe Coelho com a Avª Dom Afonso Henriques e a Rua Dr. Forbes Bessa, não têm qualquer referência ao facto.

 A casa onde viveu e morreu a escritora Florbela Espanca que poderia ser aproveitada como Museu, está ao abandono e à venda.

 A Casa do Leão em Manhufe, onde viveu Guilhermina Suggia, foi vendida há pouco tempo e não acredito que tenha sido adquirida pela Câmara Municipal de Matosinhos.

 Não conheço uma loja de recordações com artesanato e produtos típicos, como por exemplo as nossas conservas.

 Não vejo os ranchos folclóricos de Matosinhos com a sua riqueza etnográfica e musical actuarem nas ruas quando há barcos no Porto.

 Não tenho conhecimento de aproveitamento dos desempregados do concelho que dominam línguas estrangeiras para funcionarem como agentes de informação aos turistas.

 Vejo uns quadrados de papelão, horrorosos e desactualizados, a mandarem os turistas para o Monumento do Sr. do Padrão e a Casa de Chá da Boa Nova que todos sabemos, serem neste momento duas das maiores vergonhas de Matosinhos, devido ao completo abandono e estado de degradação.

 Por fim, a diversão que nos tempos de Narciso Miranda, chegou a ser uma referência, está confinada aos bares "alternativos" da Roberto Ivens e de S. Roque e meia dúzia de resistentes que, mesmo assim, ainda têm que viver com ameaças por questões políticas, como me contou um amigo empresário, a quem disseram que "o seu bar toca música demasiado PARADA", isto por o dito empresário ser apoiante de um dos candidatos às eleições autárquicas.

 Conseguiram, por capricho de uma pessoa da vereação, fechar o mais emblemático bar de Matosinhos/Leça e transformá-lo em mais uma bandeira para o Porto, o "Costa do Castelo" que chamava gente de toda a região e até de mais longe, como os galegos que vinham propositadamente em busca da boa disposição reinante naquele espaço.

 Pois é, como o post vai longo, fico por aqui. Só me custa que nós, os matosinhenses, continuemos a ouvir falar nestes milhões todos e neste incremento económico por via do turismo, mas... continuemos a vê-los passar, bem na frente do nariz.

 É como a história do burro e da cenoura, o pior, é que o burro, ou neste caso os burros, somos nós!

Link da notícia no JN clique AQUI





27 de julho de 2013

Vida difícil, ser criança em Matosinhos!!

O Verão é por excelência a época das crianças e dos parques. Normalmente, os espaços infantis são renovados durante o Inverno para servir os mais pequenos durante a época estival em que as crianças gozam as férias escolares. Infelizmente, em Matosinhos (talvez porque os baixinhos não votam), o estado dos dois únicos parque infantis, que já são de si insuficientes em qualidade e capacidade, apresentam-se no estado em que as fotos demonstram. Pior, é tentarem ilibar-se de responsabilidades por eventuais acidentes, colocando uma placa de "MANUTENÇÃO", há mais de 4 meses, mas sem qualquer tipo de intervenção. Mesmo que a manutenção fosse uma realidade, deveria ser feita durante o Inverno ou no máximo, na Primavera. Valham-nos Vila do Conde, Maia e o Porto para onde costumo ir com os meus filhotes e que possuem equipamentos que deveriam fazer corar de vergonha o actual executivo da CMM. Será que esta gente, não tem filhos? sobrinhos? não têm Crianças??? ou têm mas não os misturam com os filhos de quem pretendem o voto???

PARQUE 25 DE ABRIL, A CERCA DE 100/150 METROS DO EDIFÍCIO DOS PAÇOS DO CONCELHO
Parque 25 de Abril - Pista de Skate

Parque 25 de Abril - Pista de Skate 2

Aqui tinha uma diversão, ficou a base...

Várias peças partidas e risco de ferimento para as crianças

Aqui era um "escorrega", falta o escorrega!!!!

estado lastimável


O muro caiu, felizmente não estava lá nenhuma criança, foi há mais de 6 meses!!!!

O muro caiu, felizmente não estava lá nenhuma criança, foi há mais de 6 meses!!!! (2)


Aqui era uma diversão em forma de prancha de surf
Cabos eléctricos à vista e sem qualquer protecção

Cabos eléctricos à vista e sem qualquer protecção (2)



Não há 1 (UM) Globo que não esteja partido!


PARQUE BASÍLIO TELES; EM FRENTE AO EDIFÍCIO DOS PAÇOS DO CONCELHO

Placa colocada há cerca de 4 meses! (QUATRO MESES), sem qualquer intervenção!!!!















Tudo vai bem na quinta do dr. Pinto!


Matosinhos: Judiciária investiga causas do incêndio.
Fogo e explosões lançaram pânico
Chamas destruíram três carros estacionados junto a um prédio, na estrada da Circunvalação. Moradores acordaram em sobressalto e vieram para a rua.

Foi uma noite de pânico a que viveram os moradores de um prédio na Estrada da Circunvalação, em Matosinhos. As chamas que destruíram três carros estacionados junto ao edifício, seguidas de várias explosões, assustaram os habitantes que correram sobressaltados para a rua. A PSP foi ao local e a PJ investiga as causas do fogo – que se suspeita ter tido origem criminosa.
Tudo aconteceu ontem às 02h45. "Estava a dormir e ouvi três explosões. Assustei-me, vim à janela e vi muitas labaredas e dois carros a arder. Desci preocupado e, em menos de dez minutos, as chamas avançaram para outro carro", começou por descrever ao CM Ivo Ferreira, morador do prédio.
As chamas destruíram por completo um Renault Scénic, um Citröen C4 e um Opel Corsa. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. As chamas ainda se propagaram às persianas do rés do chão, mas a rápida intervenção dos Bombeiros Voluntários de Leixões evitou o pior. "Juntou-se muita gente em volta dos carros em chamas. A PSP não deixou os donos aproximarem-se porque já não havia nada a fazer", referiu o mesmo morador.
Testemunhas falam em fogo posto e a Polícia Judiciária foi ao local recolher vestígios do crime. "Um curto-circuito não pode ter sido porque os carros estavam estacionados há muito tempo. Um morador viu uma pessoa a fugir da zona do fogo", acrescentou Ivo Ferreira. 
Por: Nelson Rodrigues no CM

21 de julho de 2013

MOCHO e MUNDO SECRETO ao vivo e... grátis!

MOCHO

MUNDO SECRETO

Grande programa para o próximo Sábado, 27 de Julho de 2013 nas Festas de Santana em Leça da Palmeira. Duas bandas matosinhenses (MOCHO e MUNDO SECRETO) que já conquistaram o país, tocam "em casa" e com a vantagem de ser GRÁTIS. Concerto a não perder.

PS: Os Mocho são uma das minhas bandas portuguesas favoritas.


20 de julho de 2013

Coerências...

Engraçado! Esta reportagem foi publicada (o link está no final da citação) no JN em 22/10/2009. Agora, perto de 4 anos após esta reportagem, este mesmo presidente de Junta é candidato na lista (pretenso/independente) do actual presidente da Câmara!!! Estes políticos são de uma coerência...




Para chegar a Lavra, em Matosinhos, é melhor não usar GPS. O satélite guia os "estrangeiros" por ruas sinuosas pouco recomendáveis. Os acessos são só um dos problemas de uma freguesia que em 2001 deixou de alinhar no PS.
A votação no candidato socialista aumentou, mas não chegou para [...]
destronar a coligação CDS-PP/PSD. Pelo terceiro mandato consecutivo, a freguesia de Lavra ficou nas mãos do democrata-cristão Rodolfo Mesquita, desta vez sem maioria absoluta.
O presidente da Junta não parece preocupado com os resultados - "o povo é que escolhe" -, mas não deixa de criticar que uns possam fazer promessas vedadas a outros. "A freguesia precisa de uma piscina. Temos centenas de jovens em lista de espera para frequentarem a de Perafita. A mim, a Câmara diz-me que nem pensar, mas deixa o candidato do PS prometer uma piscina para Lavra", afirma Rodolfo Mesquita, falando mesmo em discriminação. "Acho que a freguesia é discriminada, não pela minha cor política, mas porque tem poucos eleitores. O dinheiro gasta-se sempre noutros lados", critica. Além da piscina, faltam equipamentos desportivos - "o pavilhão que existe não satisfaz as necessidades do hóquei em patins" - e sociais. O ATL, a creche e o centro de dia da igreja estão "lotados".
Colada a Vila do Conde, Lavra é uma freguesia com inúmeras carências dividida entre a pesca e a agricultura. Há anos que reivindica um porto de abrigo (portinho de Angeiras) para os pescadores poderem ir ao mar em segurança, mas as promessas, da Câmara ou do Governo, já não convencem. "Ana Vitorino prometeu a obra daqui um ano. Tenho muitas dúvidas, mas ficarei contente se estiver enganado", refere o autarca .
O património histórico da freguesia, com inúmeros vestígios romanos, a beleza natural das praias, são riquezas que "têm de ser aproveitadas". Mas, para isso, "é preciso investir em acessos para que os turistas possam chegar sem se perder".
Ainda assim, Lavra é "uma das freguesias mais procuradas para viver". No entanto, "centenas de lavrenses" foram obrigados a fugir para as freguesias limítrofes. "Em 35 anos, em Lavra, fizeram-se 23 fogos sociais. Não queremos guetos, mas pequenos núcleos habitacionais onde se possa conjugar a construção de habitação a custos controlados e habitação social", reivindica a junta.
A freguesia não consegue fixar os seus habitantes, nem as pequenas empresas. "Debandaram para Vila do Conde e Maia por falta de incentivos. Nunca se fez um esforço para as manter cá", critica.

Texto de INÊS SCHRECK no JN


Santa aliança...